terça-feira, 23 de agosto de 2011

ROSWELL: FILMAGEM DO EXÉRCITO RECOLHENDO CORPO ALIENÍGENA

Apesar de ser um dos mais antigos casos ufológicos da história moderna, Roswell continua a despertar a curiosidade de ufólogos e interessados pelo assunto. Entretanto, o exército americano nega que trata-se da queda de uma nave espacial pilotada por extraterrestres e continua afirmando que toda história sobre a queda de uma nave em Roswell não passa de um mal entendido envolvendo um balão meteorológico. Abaixo segue um pouco da história de Roswell e o vídeo de poucos segundos onde militares aparecem recolhendo um corpo (extraterrestre) em meio aos detroços do que parece ser uma nave. O raríssimo vídeo, supostamente gravado em 1947, é em preto e branco e a divulgação da imagem continua anônima. A escolha é de vocês, analisem à vontade.


ROSWELL, COMO TUDO COMEÇOU

No dia 8 de julho de 1947, em Roswell (Novo México, Estados Unidos) o jornal Roswell Daily Record publicou na primeira página a notícia de que o 509º grupo de Bombardeiros da então Força Aérea do Exército dos EUA havia tomado posse dos destroços de um disco voador com a seguinte manchete estampada no jornal: RAAF (Roswell Army Air Field, Aeródromo Militar de Roswell) captura disco voador em rancho na região de Roswell.
A notícia causou euforia na cidade, mas no dia seguinte o jornal desmentia a história publicando a seguinte manchete: A notícia sobre os discos voadores perde o interesse. O disco do Novo México é apenas um balão meteorológico.

RANCHEIRO TEXANO CONTA O QUE VIU

Conforme relatos da época, os destroços haviam sido encontrados originalmente pelo fazendeiro William "Mac" Brazel, que deu uma entrevista ao Roswell Daily Record contando como foi o achado, publicado no dia 9 de julho. De acordo com Brazel, no dia 14 de junho, enquanto andava a cavalo com o seu filho Vernon, de 8 anos, visualizou a cerca de 12 quilômetros do rancho em que vivia uma série de destroços. Acostumado a encontrar restos de balões meteorológicos, ele não deu importância no início, só vindo a recolher o material no feriado do 4 de Julho, juntamente com a mulher e a filha Bessie, de 14 anos. Nesse mesmo dia ele contou a sua história aos vizinhos Floyd e Loretta Proctor, que o informaram que alguns jornais ofereciam até 3 mil dólares por uma prova dos chamados “discos voadores”, assunto que estava causando furor na imprensa devido às declarações do militar Kenneth Arnold, feitas um mês antes.

MILITAR AMERICANO REPORTA O QUE VIU

O piloto das Forças Armadas Americana, Kenneth Arnold relatou que, ao sobrevoar o Oregon, avistou o que seriam aeronaves voando em formação, e descreveu o seu movimento como o de pedras ou discos deslizando na superfície de um lago. A imprensa logo cunhou o termo “disco voador”, excitando as imaginações, o que estimulou quase mil relatos de avistamentos de ovnis nas semanas seguintes (atualmente acredita-se que o que Arnold viu foram na verdade pássaros migrando).

RANCHEIRO AVISA A POLÍCIA SOBRE OS RESTOS DA NAVE ACIDENTADA

Em 7 de julho de 1947 Brazel dirigiu-se até a delegacia do xerife George Wilcox, no condado de Chavez, informando-o de que teria encontrado os restos de um disco voador. O xerife telefonou para a base aérea de Roswell, que enviou o Major Jesse Marcel, do 509º Grupo de Bombardeiros, juntamente com o Capitão Sheridan Cavitt, para analisarem os destroços.
Major Marcel recolheu o material e o transportou para a base de Fort Worth. Enquanto isso a história se espalhou, dando origem à manchete do Roswell Daily Record do dia 8. No dia seguinte o Exército tratou de desmentir a versão do disco voador, afirmando que os destroços encontrados eram de um balão meteorológico.

Um comentário:

  1. Caro amigo Zoca, o que me indiguina nestes filmes é o fato de seja quem for que esteja por traz da máquina filmadora deve ser uma pessoa muito despreparada para fazê-lo. Por que girar ao redor do grupo de pessoas evidenciando que haviam muitas pessoas, obviamente, ao redor daquele "corpo estranho"? O corpo em questão não era o mais importante da filmagem? Mais uma vez a falta de nitidiz das imagens podem no máximo nos deixar pensando.....Abraços.

    ResponderExcluir